Conta-se que um pescador lançava o anzol ao mar e, quando apanhava algum peixe, media-o com uma régua. Se o peixe fosse maior que a régua, ele jogava o peixe ao mar; se fosse igual ou menor que a régua, colocava-o dentro de sua bolsa. Um outro pescador, que a tudo observava, comentou:
- Não estou entendendo o que você está fazendo: os peixes maiores que a régua são devolvidos ao mar e os iguais ou menores que a régua você os guarda... Isso é verdade? Por que você procede assim?
- Eu só guardo os peixes que forem iguais ou menores que a minha frigideira....
- ?!
Parece piada, mas isso acontece na vida cristã. Quantas pessoas que não se esmeram no estudo da Palavra de Deus para alcançar crescimento e maturidade espirituais por total falta de capacidade alegando que o que aprenderam já é bastante suficiente. Para que ler e estudar mais a Bíblia? Para que ir para a EBD ou ficar ouvindo mensagens que só vem para me confrontar com Deus? Esses e outros são os motivos semelhantes ao do pescador acima: só querem algo de Deus que não comprometa o tamanho de sua capacidade de entendimento.
A síndrome do casal Ananias e Safira ainda está em evidência nestes dias. Muitos tentam enganar Deus e não entregam toda a oferta pré-estabelecida.
Ao ficarem com uma parte da oferta atribuem para si a incapacidade de crescimento espiritual, ou seja, o peixe (bênção) é maior que a sua frigideira. Então, ao invés de trocar a frigideira - a mente espiritual - preferem lançar a bênção de volta para Deus.
Alguns cristãos estão bastante satisfeitos com a pequena quantidade de relacionamentos. Em suas comunidades, o círculo de amizade é baixíssimo, comprometendo a unidade e a comunhão, pois as pessoas desse círculo são medidas e julgadas incapazes. Relutantes, não querem compromisso com pessoas que têm maior capacidade espiritual, pois as suas "frigideiras" espirituais são pequenas demais.
Então, pescador, na próxima vez que você for pescar, lembre-se que as pessoas que Deus coloca no seu caminho são para o seu relacionamento espiritual e para o crescimento de sua fé.
Tentar livrar-se desse relacionamento é pecar contra Deus.
sábado, 19 de novembro de 2011
sábado, 22 de outubro de 2011
SOBERBA x HUMILDADE
Nesta semana ouvi uma história vivenciada por um rapaz que, disse-me ele, "mudou a história da minha vida!”. Eis a narrativa:
"Bem na minha frente, no caixa do supermercado, estava uma senhora, com um saco cheio de moedas, tentando pagar as suas compras. Ele demorava muito contando as moedas e, se sobrava algumas, ela voltava para comprar mais coisas porque parecia que queria gastar todas as moedas. Eu já estava perdendo a paciência, mas decidi ficar ali para ver como seria o desfecho daquilo tudo.”
“Eu era um sujeito arrogante e soberbo” – continuou – “quando ajudava alguém era para mostrar que ‘eu era o cara’ e não pela ajuda em si mesma; e ficava feliz comigo mesmo.”
“Naquele dia, no mercado, decidi ficar e ofereceria carona àquela senhora; eu pensava assim: ela vai concluir que foi uma mulher muito chata porque me fez ficar esperando na fila e, mesmo assim, eu resolvi ajudá-la”.
“Ali é a minha casa – disse-me – e eu decidi parar, mas ela falou para continuar até que chegamos a outra casa muito humilde, onde paramos. Então me contou que as compras não eram para ela, mas para um rapaz cadeirante que dependia da ajuda dos outros e ela juntava todas as moedas que recebia e comprava mantimentos para aquele rapaz.”
“Imagine como eu fiquei ao ouvir essas palavras daquela humilde senhora. Toda a minha soberba foi por terra! Eu que pensava que ‘era o cara’ descobri que não era coisa alguma, mas um pobre coitado arrogante, presunçoso e desprezível. Aquela senhora sim, ela é que ‘era a cara’!”
“Daquele dia em diante a minha vida mudou totalmente.”
São vários os textos bíblicos que falam sobre as diferenças entre soberba e humildade. Gosto muito de Tiago 4.6, que é repetido em 1Pedro 5.5: "Deus resiste aos soberbos; dá, porém, graça aos humildes". Também sobre a humildade lemos em Provérbios 15.33 e 18.12: "diante da honra vai a humildade". E sobre a soberba: “a soberba precede a ruína” e “a soberba do homem o abaterá” (Provérbios 16.18 e 29.23).
"Bem na minha frente, no caixa do supermercado, estava uma senhora, com um saco cheio de moedas, tentando pagar as suas compras. Ele demorava muito contando as moedas e, se sobrava algumas, ela voltava para comprar mais coisas porque parecia que queria gastar todas as moedas. Eu já estava perdendo a paciência, mas decidi ficar ali para ver como seria o desfecho daquilo tudo.”
“Eu era um sujeito arrogante e soberbo” – continuou – “quando ajudava alguém era para mostrar que ‘eu era o cara’ e não pela ajuda em si mesma; e ficava feliz comigo mesmo.”
“Naquele dia, no mercado, decidi ficar e ofereceria carona àquela senhora; eu pensava assim: ela vai concluir que foi uma mulher muito chata porque me fez ficar esperando na fila e, mesmo assim, eu resolvi ajudá-la”.
“Ali é a minha casa – disse-me – e eu decidi parar, mas ela falou para continuar até que chegamos a outra casa muito humilde, onde paramos. Então me contou que as compras não eram para ela, mas para um rapaz cadeirante que dependia da ajuda dos outros e ela juntava todas as moedas que recebia e comprava mantimentos para aquele rapaz.”
“Imagine como eu fiquei ao ouvir essas palavras daquela humilde senhora. Toda a minha soberba foi por terra! Eu que pensava que ‘era o cara’ descobri que não era coisa alguma, mas um pobre coitado arrogante, presunçoso e desprezível. Aquela senhora sim, ela é que ‘era a cara’!”
“Daquele dia em diante a minha vida mudou totalmente.”
=========
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
VITÓRIA NAS BATALHAS
“Samuel, pois, falou a toda a casa de Israel, dizendo: Se de todo o vosso coração voltais para o Senhor, lançai do meio de vós os deuses estranhos e as astarotes, preparai o vosso coração para com o Senhor, e servi a ele só; e ele vos livrará da mão dos filisteus”
(I Samuel 7.3).
O texto nos fala do povo de Israel – a menina dos olhos do Senhor – que estava prestes a travar uma grande luta contra os filisteus – povo que desejava somente a destruição e morte. Os filisteus se preparavam com, carros, cavalos, flechas, lanças e muitos soldados. Mas o povo de Deus é convocado a se preparar de outra forma muito mais sublime e eficaz.
1. Para alcançar a vitória nas batalhas é necessário estar com o coração totalmente voltado para o Senhor.
2. Para alcançar a vitória nas batalhas é necessário lançar do meio do povo de Deus todos os deuses estranhos.
3. Para alcançar a vitória nas batalhas é necessário estar com o coração preparado para a total atuação de Deus.
4. Para alcançar a vitória nas batalhas é necessário servir somente ao Senhor Todo-Poderoso.
De forma semelhante, você e eu, que somos amados por Deus, todos os dias sofremos diversos desafios e travamos muitas batalhas. Muitas vezes sentimos que o desânimo bate à porta de nossa vida a fim de nos enfraquecer. Entretanto temos um Deus Todo-Poderoso em quem podemos e devemos confiar.
Coloquemos nossas vidas no altar do Senhor e confiados plenamente nEle, alcançaremos a vitória!!
Mas graça a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo. Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor.
TEMPLOS OU TÚMULOS?
Li, num livro de História Geral*, que as pirâmides eram construídas para servirem de túmulos aos faraós e que os índios americanos também erguiam pirâmides, que funcionavam como templos.
Achei impressionante a narrativa e pensei em nossas igrejas. Templos majestosos são erguidos, gastam-se fortunas fabulosas para que a serventia do prédio seja praticamente nula. Verdadeiros túmulos! São templos abertos para os chamados “cultos de oração” e aos domingos pela manhã e noite – somente! Durante a semana ficam inúteis, inativos, improdutivos, inservíveis, fechados, sem prestar qualquer serviço à igreja e à comunidade em que faz parte.
Igrejas fechadas, só podem manter seus templos fechados.
Precisamos pensar em igrejas abertas, na concepção correta da palavra “ekklesia” – chamados para fora – chamados para servir.
Da mesma forma, precisamos pensar em templos que devem ser usados de forma polivalente, ou seja, servir para diversas atividades que venham glorificar o Nome de Deus, tais como: cultos de louvor e adoração, de pregação e ensino da Palavra, do serviço à comunidade.
Precisamos pensar em templos com uso prático e definido de seus cômodos, móveis, terreno e força humana.
Precisamos pensar em templo atendendo às necessidades básicas da igreja e da comunidade.
Precisamos pensar em templo como templo e não como túmulo.
O templo é para vivos; o túmulo é para mortos.
Achei impressionante a narrativa e pensei em nossas igrejas. Templos majestosos são erguidos, gastam-se fortunas fabulosas para que a serventia do prédio seja praticamente nula. Verdadeiros túmulos! São templos abertos para os chamados “cultos de oração” e aos domingos pela manhã e noite – somente! Durante a semana ficam inúteis, inativos, improdutivos, inservíveis, fechados, sem prestar qualquer serviço à igreja e à comunidade em que faz parte.
Igrejas fechadas, só podem manter seus templos fechados.
Precisamos pensar em igrejas abertas, na concepção correta da palavra “ekklesia” – chamados para fora – chamados para servir.
Da mesma forma, precisamos pensar em templos que devem ser usados de forma polivalente, ou seja, servir para diversas atividades que venham glorificar o Nome de Deus, tais como: cultos de louvor e adoração, de pregação e ensino da Palavra, do serviço à comunidade.
Precisamos pensar em templos com uso prático e definido de seus cômodos, móveis, terreno e força humana.
Precisamos pensar em templo atendendo às necessidades básicas da igreja e da comunidade.
Precisamos pensar em templo como templo e não como túmulo.
O templo é para vivos; o túmulo é para mortos.
*Fazendo a História – Aquino, Jesus, Oscar – MEC/FAE – Ao Livro Técnico, 1986 – pg. 12.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
É SOPA OU CALDO VERDE?
Esta história é do Pr. Jease Costa - http://www.jeasecosta.blogspot.com/ - que me foi passada por e-mail. Gostei tanto que decidi compartilhar para que chegue ao conhecimento de muitos pois creio que assim vários casais também poderão ser abençoados com a leitura.
= = = = = = = = = = = = = =
Há algum tempo ouvi uma história que me fez rir, mas que também expressa bem alguns aspectos importantes da vida conjugal.
Conta-se que um casal se casou e passado algum tempo a jovem esposa resolveu agradar seu marido fazendo uma saborosa sopa para o jantar.
Ele, o marido, comeu faceiro de tão bom que estava.
Ao final ela lhe perguntou o que ele havia achado de sua sopa, ao que ele respondeu:
- Estava maravilhosa, querida, porém não é sopa, é caldo verde. Minha mãe sempre fez para mim. Por isso eu sei que é caldo verde.
- Imagina, Bem. Fui eu que fiz e sei bem a diferença entre uma sopa e um caldo verde. Isso que você acabou de comer é sopa, disse a esposa meio constrangida.
- Mas meu Bem, não fique zangada, eu também sei a diferença. Minha mãe muitas vezes fez tanto sopa quanto caldo verde. O que eu acabei de comer é caldo verde! respondeu o rapaz com voz firme, como quem tem toda a razão.
Aí ficaram nessa discussão:
- É sopa!
- É caldo verde!
- Sopa!
- Caldo verde!
E acabaram por se separar.
Passado algum tempo, o rapaz, tomado por um acesso de racionalidade, ligou para sua ex-esposa e propôs a reconciliação, uma vez que não tinha cabimento o casamento terminar por um motivo tão banal. Ela concordou e, em fim, estavam juntos mais uma vez.
Na primeira noite, após a reconciliação, estavam no aconchego da cama quando ele tomou a iniciativa da palavra e disse a sua querida esposa:
- Puxa, Bem, que bobagem a nossa nos separarmos por uma coisa tão pequena. Imagina nosso casamento se acabar apenas por causa de um prato de caldo verde...
- É verdade, Querido. Mas não era Caldo Verde. Era sopa, lembra? Fui eu que fiz...
- Não, Amor. Minha mãe sempre fez pra mim tanto sopa quanto caldo verde, lembra? Era caldo verde...
- Sopa!
- Caldo verde!
- Sopa!
- Caldo verde!
Se separaram de novo...
Essa historinha serve para nos fazer refletir a respeito de uma coisa importante na relação conjugal.
Às vezes o que destrói a relação não são coisas grandes e importantes, mas coisas pequenas, sem muita importância, que justamente por serem pequenas não damos a devida atenção, e por isso vão minando o casamento e, daqui há pouco, o que era apenas uma gota d'água transformou-se em uma grande torrente que destrói a casa e leva junto tudo o que há nela.
Lembre-se de que o incêndio na floresta às vezes começa com uma pequena centelha de fogo.
Cuide bem do seu casamento. Não permita com que as pequenas coisas se agigantem ao ponto de demolirem seu lar. Dê atenção aos pequenos detalhes.
Às vezes uma pequena palavra, um gesto fortuito, um olhar, um tempo negado, um abraço recusado, um "boa noite, meu Bem!", um "Como você está bonita hoje!", ou um "Que bom que chegou cedo hoje, Querido", ou "Parabéns, Amor. A porta do armário que você consertou está ótima!". Isso tudo parece tão pequeno, não é mesmo? Mas pode fazer uma enorme diferença, tanto para o bem quanto para o mal de sua vida conjugal. Dependerá apenas da forma como você vai lidar com isso.
Mas, afinal de contas é sopa ou caldo verde?
= = = = = = = = = = = = = =
Há algum tempo ouvi uma história que me fez rir, mas que também expressa bem alguns aspectos importantes da vida conjugal.
Conta-se que um casal se casou e passado algum tempo a jovem esposa resolveu agradar seu marido fazendo uma saborosa sopa para o jantar.
Ele, o marido, comeu faceiro de tão bom que estava.
Ao final ela lhe perguntou o que ele havia achado de sua sopa, ao que ele respondeu:
- Estava maravilhosa, querida, porém não é sopa, é caldo verde. Minha mãe sempre fez para mim. Por isso eu sei que é caldo verde.
- Imagina, Bem. Fui eu que fiz e sei bem a diferença entre uma sopa e um caldo verde. Isso que você acabou de comer é sopa, disse a esposa meio constrangida.
- Mas meu Bem, não fique zangada, eu também sei a diferença. Minha mãe muitas vezes fez tanto sopa quanto caldo verde. O que eu acabei de comer é caldo verde! respondeu o rapaz com voz firme, como quem tem toda a razão.
Aí ficaram nessa discussão:
- É sopa!
- É caldo verde!
- Sopa!
- Caldo verde!
E acabaram por se separar.
Passado algum tempo, o rapaz, tomado por um acesso de racionalidade, ligou para sua ex-esposa e propôs a reconciliação, uma vez que não tinha cabimento o casamento terminar por um motivo tão banal. Ela concordou e, em fim, estavam juntos mais uma vez.
Na primeira noite, após a reconciliação, estavam no aconchego da cama quando ele tomou a iniciativa da palavra e disse a sua querida esposa:
- Puxa, Bem, que bobagem a nossa nos separarmos por uma coisa tão pequena. Imagina nosso casamento se acabar apenas por causa de um prato de caldo verde...
- É verdade, Querido. Mas não era Caldo Verde. Era sopa, lembra? Fui eu que fiz...
- Não, Amor. Minha mãe sempre fez pra mim tanto sopa quanto caldo verde, lembra? Era caldo verde...
- Sopa!
- Caldo verde!
- Sopa!
- Caldo verde!
Se separaram de novo...
Essa historinha serve para nos fazer refletir a respeito de uma coisa importante na relação conjugal.
Às vezes o que destrói a relação não são coisas grandes e importantes, mas coisas pequenas, sem muita importância, que justamente por serem pequenas não damos a devida atenção, e por isso vão minando o casamento e, daqui há pouco, o que era apenas uma gota d'água transformou-se em uma grande torrente que destrói a casa e leva junto tudo o que há nela.
Lembre-se de que o incêndio na floresta às vezes começa com uma pequena centelha de fogo.
Cuide bem do seu casamento. Não permita com que as pequenas coisas se agigantem ao ponto de demolirem seu lar. Dê atenção aos pequenos detalhes.
Às vezes uma pequena palavra, um gesto fortuito, um olhar, um tempo negado, um abraço recusado, um "boa noite, meu Bem!", um "Como você está bonita hoje!", ou um "Que bom que chegou cedo hoje, Querido", ou "Parabéns, Amor. A porta do armário que você consertou está ótima!". Isso tudo parece tão pequeno, não é mesmo? Mas pode fazer uma enorme diferença, tanto para o bem quanto para o mal de sua vida conjugal. Dependerá apenas da forma como você vai lidar com isso.
Mas, afinal de contas é sopa ou caldo verde?
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
SAMUEL, SAMUEL!
Foi assim que, pela primeira vez, o menino Samuel ouviu a voz de Deus: chamando o seu nome. Mas precisou que o Senhor o chamasse mais oito vezes. Confira: 1Samuel capítulo 3 versos 4, 6, 7, 8 e 10.
"Fala, porque o teu servo ouve." - foi a simples, mas objetiva resposta. É o Senhor quem fala; é o teu servo quem ouve. Falar e ouvir - atitudes que criam bons e perfeitos relacionamentos. E era isto que o Senhor queria com o menino Samuel; relacionar-se com ele.
Samuel ouviu e atendeu. A consequência foi a unificação e a estruturação de um povo - a criação da nação de Israel.
Fico imaginando o orgulho e a alegria de seus pais Elcana, o sacerdote e Ana, sua amada esposa - a ex-estéril - que chorava e ficava sem comer porque sofria as zombarias e irritações de Penina, a outra esposa de Elcana, mãe de vários filhos. Mas a ex-estéril recorre Àquele que entende perfeitamente o que se passa num coração sofrido e humilhado. "Com amargura de alma, orou ao Senhor, e chorou abundantemente" e fez uma aliança com Deus que mudou, definitivamente, a história de toda a humanidade.
Houve outra mãe, não estéril, tinha uma filha e desejava outro filho, mas estava impedida pois os médicos decretaram: "você não pode ter mais filhos". Esta mãe também chorava diante do Senhor derramando a sua amargura. Via suas amigas terem outros filhos e ela lamentava pelo decreto médico.
Mas Deus ouviu o lamento. Ele está acima de todos os decretos humanos. E nasceu, no dia 15 de abril de 2010, para a alegria de todos, o menino Samuel. Não sabemos quem será no futuro o menino Samuel, mas sabemos que ele é um milagre. E o milagre chamado Samuel segue trazendo muitas alegrias para todos que se relacionam com ele.
Entre estas muitas alegrias e para a alegria do leitor, destaco a que está no anexo deste texto representando a alegria de um avô feliz por ter filhos e netos alegres e maravilhosos!
http://www.youtube.com/watch?v=XI0G7GGqKWk
"Fala, porque o teu servo ouve." - foi a simples, mas objetiva resposta. É o Senhor quem fala; é o teu servo quem ouve. Falar e ouvir - atitudes que criam bons e perfeitos relacionamentos. E era isto que o Senhor queria com o menino Samuel; relacionar-se com ele.
Samuel ouviu e atendeu. A consequência foi a unificação e a estruturação de um povo - a criação da nação de Israel.
Fico imaginando o orgulho e a alegria de seus pais Elcana, o sacerdote e Ana, sua amada esposa - a ex-estéril - que chorava e ficava sem comer porque sofria as zombarias e irritações de Penina, a outra esposa de Elcana, mãe de vários filhos. Mas a ex-estéril recorre Àquele que entende perfeitamente o que se passa num coração sofrido e humilhado. "Com amargura de alma, orou ao Senhor, e chorou abundantemente" e fez uma aliança com Deus que mudou, definitivamente, a história de toda a humanidade.
Houve outra mãe, não estéril, tinha uma filha e desejava outro filho, mas estava impedida pois os médicos decretaram: "você não pode ter mais filhos". Esta mãe também chorava diante do Senhor derramando a sua amargura. Via suas amigas terem outros filhos e ela lamentava pelo decreto médico.
Mas Deus ouviu o lamento. Ele está acima de todos os decretos humanos. E nasceu, no dia 15 de abril de 2010, para a alegria de todos, o menino Samuel. Não sabemos quem será no futuro o menino Samuel, mas sabemos que ele é um milagre. E o milagre chamado Samuel segue trazendo muitas alegrias para todos que se relacionam com ele.
Entre estas muitas alegrias e para a alegria do leitor, destaco a que está no anexo deste texto representando a alegria de um avô feliz por ter filhos e netos alegres e maravilhosos!
http://www.youtube.com/watch?v=XI0G7GGqKWk
quinta-feira, 21 de julho de 2011
VIAGEM EDIFICANTE - VIDA NÃO EDIFICANTE
Sempre que podemos, minha esposa e eu vamos a Dores do Rio Preto, município do Estado do Espírito Santo. Foi em Dores que minha esposa nasceu. Gosto de ir lá. É como se voltasse ao tempo e visse a minha esposa ainda criança - com 4 anos de idade - correndo e brincando com seus irmãos pela rua onde morava.
Saindo às 14 horas do Rio de Janeiro, até chegarmos a Dores-ES, uma viagem com cerca de 5 horas, precisamos passar por Teresópolis-RJ, Além Paraíba, Muriaé entramos em Fervedouro até chegarmos a Carangola e daí seguimos para a pequenina mas aconchegante Espera Feliz-MG, que para mim é uma cidade cheia de história e poesia. Ali fazemos uma pequena refeição e dormimos. No dia seguinte, após o café da manhã, por mais cerca de 30 minutos entramos em Dores do Rio Preto para passarmos uma parte do dia. Depois almoçamos em Guaçui e voltamos para casa via Campos dos Goytacazes-RJ.
É uma viagem maravilhosa! Cheia de aventura e beleza ecológica!
Foi exatamente numa dessas idas a Dores que ao sairmos de Carangola e subíamos a serra em direção a Espera Feliz percebi um grande cartaz com os seguintes dizeres:
Saindo às 14 horas do Rio de Janeiro, até chegarmos a Dores-ES, uma viagem com cerca de 5 horas, precisamos passar por Teresópolis-RJ, Além Paraíba, Muriaé entramos em Fervedouro até chegarmos a Carangola e daí seguimos para a pequenina mas aconchegante Espera Feliz-MG, que para mim é uma cidade cheia de história e poesia. Ali fazemos uma pequena refeição e dormimos. No dia seguinte, após o café da manhã, por mais cerca de 30 minutos entramos em Dores do Rio Preto para passarmos uma parte do dia. Depois almoçamos em Guaçui e voltamos para casa via Campos dos Goytacazes-RJ.
É uma viagem maravilhosa! Cheia de aventura e beleza ecológica!
Foi exatamente numa dessas idas a Dores que ao sairmos de Carangola e subíamos a serra em direção a Espera Feliz percebi um grande cartaz com os seguintes dizeres:
Parei o carro e fiquei por alguns minutos lendo o cartaz para gravar em minha mente aquelas palavras com um grande ensinamento.
Percebi, evidentemente o cartaz estava endereçado às pessoas que constroem casas de qualquer maneira e em qualquer lugar e, às vezes em áreas com extremo perigo de deslizamentos, colocando em risco as suas vidas e as de suas famílias.
Percebi também que ele estava endereçado a mim, mas de uma forma diferente. Quantas vezes construí em áreas não edificantes e, por causa disto, trouxe tristezas e mágoas para minha família e para a igreja! Quantas vezes, por dar atenção àquilo que o Senhor abomina, permiti que o pecado tomasse conta de meu coração levando-me a fazer coisas que trouxeram amargura àqueles que me amam. Por construir em áreas não edificantes dei ouvidos e abri meu coração a palavras que eram más e desestruturei o meu lar e a minha vida espiritual e enchi de desgosto os meus amigos e irmãos em Cristo. Sim, construí em áreas não edificantes, coloquei em risco a minha vida e a vida de minha família e, consequentemente, sofri muito com isto.
Gostaria muito que você entendesse o sofrimento que advem àqueles que se satisfazem construindo sua vida em áreas de extremo perigo de deslizamentos.
Gostaria que, como eu, você entendesse as palavras de Jesus - que grande cartaz nas viagens da vida! - quando ele diz que devemos construir nossa casa na rocha.
Gostaria que, como eu, você fizesse o seguinte pacto com Deus, escrevendo e fixando em local que você possa ler todos os dias e gravando em seu coração:
"Hoje (data), eu (escreva o seu nome) faço o seguinte pacto com o SENHOR:
- Declaro que o Senhor me será por Deus.
- Declaro que andarei nos seus caminhos.
- Declaro que guardarei os seus estatutos, os seus mandamentos e os seus juízos.
- Declaro que darei ouvidos à sua voz."
Amém! Glórias a Deus!
Assinar:
Postagens (Atom)

