terça-feira, 28 de junho de 2016

QUAL O CULTO QUE DEUS QUER?


Desde que o homem e a mulher tomaram a iniciativa de desobedecer a Deus, o mundo entrou em uma grande decadência que os levou à cegueira moral e espiritual. Consequentemente, as visões celestiais tornaram-se raras e ineficazes e os cultos tornaram-se um desgosto para o Santo de Israel. Mas a misericórdia de Deus, cerca de 700 anos antes de Cristo, levantou um profeta para mostrar a nossa condição pecaminosa de maneira que pudéssemos restaurar as nossas vidas e cultuar a Deus da maneira que Ele quer (Isaías 1.1).

A visão de Isaías (1.2) nos revela o quanto prevaricamos contra o Senhor, pois consideramos bastante conveniente não cumprirmos a perfeita vontade de Deus. Agimos semelhantemente ao apóstolo Paulo: não fazemos o bem que deveríamos fazer.

A visão de Isaías (1.3) ao nos comparar com os animais mostra o quanto somos irracionais, brutos e anarquistas, pois cometemos injustiças causando prejuízos aos projetos de Deus.
Na visão de Isaías (1.4-6) somos tratados como iníquos, malignos, corruptores, blasfemos e traidores de Deus, rebeldes e enfermos.

Pela visão de Isaías (1.7-10) se nossa terra está assolada pela miséria, se existem homicídios, se estamos aterrorizados pela maldade humana, grande parte é porque não estamos verdadeiramente prestando atenção à Palavra do Senhor.

Na visão de Isaías (1.11-15) estamos fazendo Deus sofrer cultuando de maneira abominável – somos desprezíveis pecadores.

Mas nem tudo está perdido! A boa notícia é que ainda temos chance! Ao lermos os versículos 16 a 18, conheceremos um pouco da infinita misericórdia do Santo de Israel.

Entretanto, cuidado, pois existe a questão do livre arbítrio (1.19-20).

É VOCÊ QUEM DECIDE!

OS "AIS" DO PROFETA ISAÍAS - II

O quarto “ai” do profeta Isaías é por causa da falsidade do povo (5.20) - É o mesmo Isaías quem diz que a falsidade nas relações com Deus faz com que o Senhor se afaste do Seu povo (Isaías 59.2-3). As bênçãos que Deus tem reservadas ficam como que suspensas até que o seu povo decida a cultuar a Deus com honestidade de coração. Ao falar sobre o culto realizado pelo publicano (Lucas 18.9-14) Jesus considerou condenável a prática do culto com falsidade. Devemos orar para que o Senhor desvie de nós o caminho da falsidade (Salmos 119.29).

O quinto “ai” do profeta Isaías é por causa da soberba do seu povo (5.21) - Quando alguém se acha mais sábio que o outro, isso é soberba; quando alguém acha que sabe tudo, é soberba; quando alguém acha que o seu próximo não pode lhe ensinar nada, é soberba. Quando alguém se acha mais espiritual que o outro, é soberba. A soberba é maligna e faz apodrecer um coração (Jeremias 13.9-10). O sábio Salomão adverte contra a soberba (Provérbios 3.7). O apóstolo Paulo também faz referências quanto ao crente não usar de soberba nos seus relacionamentos (Romanos 1.22 e 12.16). Deus chora por causa da soberba do Seu povo (Jeremias 13.17). “Humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus, para que, a seu tempo, vos exalte.” (1 Pedro 5.6).

O sexto “ai” do profeta Isaías é por causa da troca de valores (5.22) - Estamos exatamente no tempo das “trocas de valores”. Faz-se o que é errado como se fosse certo. Muito forte e valente para as coisas erradas, mas fraco e covarde em relação ao trabalho de Deus. Esperteza e dinamismo para envolvimentos materiais, mas displicência e comodismo na Causa do Senhor. Fácil aceitação aos lançamentos malignos e incapacidade para aceitar o que pode trazer bênção. “Aquele que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado” (Tiago 4.17).

Os “ais” de Isaías também são para o nosso tempo. Façamos individualmente um exame interior e deixemos que Deus esclareça melhor a Sua Palavra em nossas mentes e corações. Assim, humildes, curvemo-nos em súplica pelo Seu perdão e consagremo-nos sem mais tardar.


OS "AIS" DO PROFETA ISAÍAS


Assim como chamamos o profeta Jeremias de profeta chorão por causa de suas lamentações também podemos chamar Isaías de profeta dos ais, porque várias vezes ele se refere ao povo, a um grupo ou até a alguém em particular, começando por uma expressão de tristeza: “Ai...”. É como se ele estivesse advertindo alguém pelo seu mau caminho e decisões erradas, mostrando as tristes consequências. No capítulo 5, Isaías lamenta-se seis vezes. Vejamos as três primeiras causas de sua tristeza:

O primeiro “ai” do profeta Isaías é por causa do egoísmo do povo (5.8) - Quando perguntaram ao Senhor Jesus qual o grande mandamento, Ele respondeu: “Amarás ao Senhor teu Deus... e a teu próximo como a ti mesmo.” (Lucas 10.27). Parece-nos que a Igreja em Atos (capítulo 2) entendeu este mandamento, pois funcionava perfeitamente (tinham tudo em comum). O apóstolo Paulo nos adverte em Filipenses 2.21: “porque todos buscam o que é seu”. Entendemos que o egoísmo não deve fazer parte da vida do crente, pois o egoísmo não é de Deus e o egoísta, em sequência, também não é de Deus.

O segundo “ai” do profeta Isaías é por causa das bebedeiras e as festas mundanas realizadas pelo povo (5.11-12) - Muitas vezes dizemos: eu não pratico tal e tal coisa, mas não julgo quem as pratica: cada um é quem sabe de sua vida. Desta forma, vemos muitas pessoas que vão caindo pelo abismo da perdição sem que alguém lhes mostre, antes, o caminho da salvação, apenas porque não querem se aborrecer, ou se intrometer na vida dos outros, ou até estão felizes em apenas observar (apesar de não fazerem parte de festas e bebedeiras). Ficam de longe olhando os que tais coisas praticam sem lhes dar uma oportunidade de conhecerem a Verdade. “Ai daquele que dá de beber ao seu companheiro...” (Habacuque 2.15-16). Tiago relembra: “aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz, está pecando” (Tiago 4.17). E o profeta Ezequiel exorta: “eu te dei por atalaia sobre a casa de Israel”. (Ezequiel 3.17).

O terceiro “ai” do profeta Isaías é por causa da teimosia do povo (5.18) - A origem da teimosia é a incredulidade (2Reis 17.14). Quando os ouvidos estão fechados à fé, então o povo se torna teimoso. Pela teimosia vem o orgulho, a arrogância, isto é, a compreensão do erro, mas o não quebrantamento e humilhação. Deus sabe que a teimosia existe somente no coração perverso (Jeremias 7.24).

A tristeza de Isaías reflete de várias formas a tristeza de Deus. Lancemo-nos diante do Senhor e clamemos pelas Suas misericórdias. Arrependidos, confessando os nossos pecados, supliquemos o Seu perdão.


segunda-feira, 23 de maio de 2016

VIVENDO PELO COMPROMISSO


Compare o texto de Isaías 5.1-10 com João 15. Em ambos perceberemos, naturalmente, o eterno amor do Agricultor (o Pai) é o seu compromisso com a Videira (o Filho) que, por sua vez, se compromete a cuidar das varas (os servos) para que produzam abundância de frutos. E a vara é chamada para permanecer ligada à Videira, a fim que dê muitos frutos; a vara desligada da Videira evidentemente nada poderá fazer e a ela, desligada da Videira, restará secura e ardência pelo fogo. As varas frutíferas são todos os que amam o Pai e amam o Filho, permanecendo no amor de Jesus e guardando o seu maior mandamento: “...que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei.”. Consequentemente, todas as varas que permanecerem ligadas na Videira receberão a seiva da vida, que é a Palavra e serão contempladas com a graça de realizar tudo o que pedirem porque a Videira Verdadeira lhes atenderá.

Jesus sabia que aquele que o ama e permanece comprometido com ele, certamente seria aborrecido pelo mundo que não conhece a Deus. E ele completa “... se a mim perseguiram, vos também vos perseguirão a vós...” (João 15.20). Entendamos que aquele que nos aborrece (persegue), também persegue a Jesus e aborrece ao Pai. Vejamos o que nos diz a Palavra em Provérbios 6.16-19:

“Estas seis coisas aborrece o Senhor, e a sétima a sua alma abomina: olhos altivos, língua mentirosa e mãos que derramam sangue inocente; coração que maquina pensamentos viciosos; pés que se apressam a correr para o mal; testemunha falsa, que profere mentiras; e o que semeia contendas entre irmãos.”

O apóstolo Pedro, assim como Paulo (Efésios 6.10-18), entenderam perfeitamente que há uma perseguição feroz e destrutiva contra aqueles que decidiram de uma vez por todas serem seguidores de Jesus permanecendo comprometidos na fé, no amor e na obediência. “... sede todos sujeitos uns aos outros, e revesti-vos de humildade, porque Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes. Humilhai-vos, pois debaixo da potente mão de Deus, para que a seu tempo vos exalte, lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós. Sede sóbrios, vigiai, porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar, ao qual resisti firmes na fé, sabendo que as mesmas aflições se cumprem entre os vossos irmãos no mundo.” (1Pedro 5.5-9).

Para refletir:

"Jesus sabia que aquele o ama e permanece comprometido com ele, certamente seria aborrecido pelo mundo que não conhece a Deus." Diante desta afirmativa reflita:

1.   Como você tem demonstrado seu comprometimento com Jesus?
2.   O mundo tem aborrecido você? De que maneira?


É BOM CONFIAR EM DEUS

Deus revelou a Isaías como cultuá-lo através da gratidão, do louvor, da adoração e da total confiança em suas palavras. Porque é bom confiar em Deus? O capítulo 26 do livro de Isaías mais uma vez nos revela o porque. O princípio básico daquele que confia em Deus é estar com a mente em Deus (Isaías 26.3). Vamos buscar o aprendizado e colocar em prática as lições da Palavra de Deus.

1. É bom confiar em Deus porque Ele nos dá paz (Isaías 26.3). É a paz que vem através de Jesus Cristo, pois é Ele quem diz: “a minha paz vos dou” (João 14.27). Os apóstolos falaram desta paz. Pedro entendeu a paz (I Pedro 3.11); Paulo falou desta paz (Filipenses 4.7); Tiago exercitava a paz (Tiago 3.18); as igrejas viviam em paz (Atos 9.31). E você? Vive em paz com Deus, com a igreja, com seu irmão, com você mesmo?

2. É bom confiar em Deus porque Ele nos dá proteção (Isaías 26.4). Pensemos agora em todos os abrigos e refúgios conhecidos contra os males e dificuldades desta vida. Há algum melhor do que estarmos sob os braços do Senhor? “Ele te cobrirá com as suas penas, e debaixo das suas asas estarás seguro” (Salmos 91.4). Como uma criança que se sente segura nos braços de seu pai, assim devemos nos sentir com Deus. “Deus é meu refúgio e fortaleza...” (Salmos 46); “... bem-aventurado todos aqueles que nele confiam” (Salmos 2.12) .

3. É bom confiar em Deus por causa da Sua Justiça (Isaías 26.9). Diz o Senhor: “Os meus juízos não são os vossos juízos”. Que bom sabermos disto, não é? Já pensaram se Deus deixasse por nossa conta o julgamento de todas as coisas? Seria terrível!! Porém, ao confiarmos em Deus, confiamos também na Sua Justiça. Ele é Deus de Justiça!

4. É bom confiar em Deus porque Ele nos dá esperança de vida eterna (Isaías 26.19). O Senhor Jesus disse: “Quem crê em Mim, ainda que esteja morto, viverá” (João 14.25). Houve um pregador, chamado Moody, que disse: “quando vocês ouvirem que Moody morreu, não acreditem! Moody não morreu! Ele está vivo com Jesus Cristo!”. Esta é a esperança do crente: a vida eterna com Jesus Cristo.
Conclusão: Paz, proteção, justiça, esperança. Quatro grandes motivos para confiar plenamente em Deus.

Para refletir:
a.   Lembre um momento em que você sentiu-se protegido por Deus.
b.   Paz, proteção, justiça, esperança – qual desses motivos você mais necessita?
CULTO PELO QUE DEUS FAZ


É muito comum cultuarmos a Deus pelas coisas boas que Ele nos tem dado. Assim, agradecemos a vida, a paz, a salvação, a saúde, o lar, etc. Porém, a partir do momento em que incorremos no erro e Deus nos adverte, ficamos revoltados e não aceitamos, na maioria das vezes, a repreensão de Deus. Consequentemente, não cultuamos a Deus, permitindo que o inimigo avance nas suas linhas de combate à alma.

A Bíblia diz que Deus é zeloso e repreende a quem ama (Provérbios 3.12) e que repreende e castiga a todos quantos ama (Apocalipse 3.19). O profeta Isaías entendeu isto perfeitamente. Por isso, em dois belíssimos salmos (Isaías 12 e 25) ele louva a Deus pelas Suas infinitas bênçãos e misericórdias e porque Ele é justo. Começa dizendo: “Graças Te dou, ó Senhor” (12.1). Que espírito de gratidão maravilhoso! Como pode haver um cristão que mesmo advertido não seja grato a Deus? Que culto prestará a Deus? Como poderá, então, demonstrar a sua gratidão?

Veja em 12.2 a 12.4: “confiarei e não temerei”, daí graças, invocai ao Senhor... tornai manifestos os Seus feitos entre os povos”. Mas Isaías também louva a Deus dizendo: “Cantai ao Senhor” (12.5) e “Exulta e canta de alegria” (12.6). Vejamos: gratidão e louvor – duas características importantes para quem deseja oferecer um culto ao Senhor. Por que louvar ao Senhor? “Porque fizeste maravilhas” (25.1); “porque grande é o Santo de Israel no meio de Ti” (12.6).

Finalmente Isaías nos ensina que o verdadeiro culto a Deus é expresso através da adoração: “Invocai o Seu Nome” (12.4). Só um crente que tem visão de Deus no Seu Santo Templo é que pode e deve oferecer o verdadeiro culto pelo que Deus faz (Isaías 6.1-8).

Aprendamos com o profeta Isaías a oferecer um verdadeiro culto ao Senhor, adorando-O, louvando o Seu Santo Nome e agradecendo-Lhe pelas ricas bênçãos que Ele tem derramado sobre nós. Amém.


Para refletir: "Deus é zeloso e repreende a quem ama"

quinta-feira, 14 de maio de 2015

ATÉ O PESCOÇO

Ao lermos Neemias 3.5, verificamos, após estudo do livro e da situação em que vivia o povo de Israel, que Neemias não teve o apoio de todos na reconstrução dos muros de Jerusalém. Faltou a elite, representada pelos nobres e magistrados, os quais, apesar de estarem vivendo sob condição de cativos (escravos – mesmo com as mordomias), não sentiam, ou pelo menos não demonstraram o desejo pela libertação. Eram homens satisfeitos com a situação, acomodados com o regime e indiferentes aos apelos de Neemias e seus assessores para regressarem à sua terra de origem.

“Não colocar o seu pescoço no serviço de seu Senhor”, significa não estar disposto totalmente a realizar a obra de Deus, mesmo consciente da urgente necessidade. “Não colocar o seu pescoço no serviço do seu Senhor” significa ficar indiferente aos apelos de Deus, que pergunta: “a quem enviarei e quem há de ir por nós?”.

Disto resulta um esfriamento mortal, pois o comodismo diante da situação desesperadora é algo terrivelmente assustador. Vivemos em clima de tensões diversas onde a humanidade procura um caminho para solução de seus problemas que a cada dia se tornam mais críticos.

Porém, enquanto a ociosidade espiritual estiver pairando sobre nossas igrejas, enquanto muitos continuarem omissos ao “ide” do Senhor, e cativos, escravos das suas próprias pretensões egoísticas (Filipenses 2.19), a igreja de Cristo e seu Evangelho vai se colocando como motivo de discussões ideológicas e acadêmicas e não como instrumento de libertação material, moral e espiritual dos povos.

A recomendação do apóstolo Paulo enfatizando ao não conformismo com este mundo é muito séria. Deve ser levado em consideração o apelo à transformação pela renovação do nosso entendimento.

Enquanto alguns “nobres” ficam trocando seis por meia dúzia, buscando sucesso e de si mesmos proclamam os mais altos conceitos; enquanto outros deixam de apresentar-se “como um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus”, muitos são impedidos de experimentar “qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”.


Coloquemo-nos hoje ao serviço do nosso Senhor. Até o pescoço!

terça-feira, 12 de maio de 2015

QUERO SER IGUAL

Quando nos referimos à originalidade, criatividade, apresentação, meio de vida e outras características particulares do ser humano, distinguimos as pessoas em dois grandes grupos: as que copiam e as que são copiadas. Há uma grande parte que só vive copiando, querendo ser igual à outra, sem se preocupar com os desastres que daí possam advir. O pior é quando se copiam coisas erradas que são feitas por pessoas erradas no seu viver.

A Bíblia conta que dois reis se encontraram. Um tinha tendências de ser um ótimo rei. O outro, porém, era da pior espécie, orgulhoso, soberbo, mau, colérico, mau caráter... O primeiro chamava-se Josafá. O outro Acabe. Na reunião desses reis, Josafá quis imitar Acabe. Ele disse: “como tu és, serei eu”.

Que decisão terrível! Copiando coisa má, perversa!

Esta história está relatada em II Crônicas 18. Vale a pena ler para ver as desastrosas conseqüências.

Creio que algumas pessoas estão vivendo desta forma. Imitando o que não deve, que não leva a nada, que não produz... Pode até haver originalidade no imitar. Mas o que conta é a qualidade no imitar.

Certa vez o apóstolo Paulo disse: “sejam meus imitadores, como eu sou de Cristo”. Penso que ele queria dizer: “Há muitas atitudes para vocês copiarem; há muitas pessoas para vocês imitarem. Eu também quero ser semelhante a alguém, por isso imito Cristo e quero que vocês sejam iguais a mim neste propósito”.
Sempre haverá algo que teremos enorme prazer e alegria em reproduzir fielmente e creio que o mesmo apóstolo Paulo nos dá uma relação delas. Veja em Gálatas 5.22. Por outro lado, há atitudes, palavras e fatos que devemos repudiar com toda nossa força (Gálatas 5.19-21).


Quem você está imitando?

segunda-feira, 30 de março de 2015

ABÚLICO

O Novo Dicionário Aurélio diz que "abúlico é o que sofre de abulia, que não tem ou quase não tem vontade e que são frequentemente surpreendidos por crise de torpor, de inércia... enfim, e que só podem ser vencidos à custa de energia suprema, ou por ordem imperiosa de outrem".

Abulia, por sua vez, é uma alteração patológica que se caracteriza pela total diminuição da vontade, indecisão e impotência para agir.

Enfim, abulia é uma doença; abúlico é um doente...

A Bíblia faz diversas citações de homens e mulheres abúlicos, ou seja, que perderam a vontade, o desejo de realizar coisas que poderiam modificar o rumo de um grupo ou de uma sociedade. Mas não é deles que quero falar. Neste caso, os exemplos negativos não seriam edificantes.

A Bíblia mostra que por grande força de vontade e desejo homens e mulheres alcançaram coisas grandiosas.

Foi pela força de vontade que Noé construiu uma arca que salvou toda sua família e muitos animais de um dilúvio. Semelhantemente, o desejo de alcançar um ideal levou Abraão a sair de sua terra e tornar-se o que conhecemos como "pai das nações". Se não fosse a perseverança de Moisés e de Josué, o povo de Israel talvez até hoje seria escravo do Egito. Foram as sábias decisões de líderes, reis e profetas que transformaram pessoas, povos e nações. A reconstrução dos muros de Jerusalém aconteceu porque um grande líder - Neemias - apoiado por Esdras, não desanimou diante dos constantes ataques inimigos tentando-o a desistir e abandonar aquela importante empreitada.

O esforço quase sobrenatural dos apóstolos, principalmente Paulo, tendo como base algumas igrejas que se motivaram a ajudá-lo levou o Evangelho aos quatro cantos do planeta.

Missionários, pregadores da Palavra de Deus, pastores, igrejas, crentes enfim, não sejamos abúlicos. Lutemos sem cessar, sabendo que a vitória é certa!

E quanto a você, irmão, valorize os dons que Deus lhe deu e não permita que a abulia se torne contagiosa e crônica. Amém!

quinta-feira, 19 de março de 2015

CALDO DE FOLHAS DE BATATA


Ela era uma jovem senhora quando seu filho partiu para os Estados Unidos a fim de trabalhar numa grande empresa. Toda semana ele lhe mandava cartas. Agora, idosa, ela sofria muito, pois morava num pequeno quarto emprestado e mal tinha o que comer. O pastor fez-lhe uma visita. Viu sua necessidade, que dó!... Resolveu que deveria escrever para o filho retratando a situação de sua mãe. Enquanto ela foi buscar as cartas o pastor viu o que cozinhava numa panela: caldo de folhas de batata! Ela veio trazendo uma mala com centenas de cartas. O pastor abriu uma delas e - pasmem! - havia vários dólares. Ela abriu outros envelopes. Todos vinham com muito dinheiro que o filho semanalmente lhe enviava. Ela estava rica e não sabia. Passava necessidade, morava mal e comia caldo de folhas de batata.

Por que ela não abrira os envelopes? Não sabia ler e tinha vergonha de pedir alguém para lhe ajudar na leitura.

Assim acontece conosco. Deus está nos abençoando ricamente e quantas vezes, por não lermos Sua Palavra e buscarmos fazer a Sua vontade, consagrando nossas vidas a Seu serviço, ficamos sofrendo e comendo caldo de folhas de batata.


"Desperta, ó tu que dormes, levanta-te dentre os mortos e Cristo te resplandecerá!"

terça-feira, 10 de março de 2015

VIVENDO PELO AMOR

Uma comunidade verdadeira é uma comunidade de amor verdadeiro. Mais tais características em uma igreja não se formam por si só. O amor nasce nos corações e é transmitido simultaneamente de uns para os outros.

Se alguém disser que não pode amar, ninguém deve acreditar, pois o amor de Deus já foi derramado em nossos corações (Romanos 5.5).

Mas não discuta isso. Apenas ame. Deixe fluir o amor de Deus em você. Afaste todos os impecilhos para o amor. Seja simples, franco, honesto, perdoador, simpático, compassivo, paciente, cheio de esperança e logo será derramado sobre você mais amor ainda.

O amor dá ânimo para o trabalho. E aquilo que é feito com amor, produz muitos frutos, os quais duram para sempre. O amor produz felicidade. Logo, quem não consegue ser feliz pelo amor, muito menos o será pelo rancor. Alguém disse certa vez que o amor é a fita métrica com a qual se mede um cristão.

Quem ama triunfa!! Leia e medite nos textos abaixo:


  • Romanos 1.17 - Vivo pela fé, creio na verdade da Sua Palavra.
  • Jeremias 1.12 - Creio em Deus e vivo de acordo com essa fé.
  • 1João 4.8 - Romanos 5.5 - Nasci do amor de Deus; minha natureza é amor.
  • Colossences 2.2 - João 15.5 - O fruto do meu espírito é amor.
  • João 13.34 - Estou sob a lei do amor, por isso ando no amor.
  • João 13.35 - O mundo me conhecerá pelo meu amor. Quero mostrar minha natureza nova.
  • 1João 4.7, 8, 12 - Ando no amor e desejo que este amor divino forme toda atmosfera ao meu redor.


Como é pobre aquele que não sabe amar!!

sábado, 11 de janeiro de 2014

AS DUAS ASAS DA IGREJA

Queridos,

Gostaria de apresentar um breve estudo sobre "As duas asas da Igreja" que, estou certo, Deus me revelou.

O texto base é Apocalipse 12:14. Mas é melhor ler todo o capítulo para um entendimento mais abrangente.

Se você quiser, posso lhe enviar por e-mail.

Deus me abençoou e sei que vai lhe abençoar também.

Paz.

sábado, 31 de agosto de 2013

MISSÕES E OMISSÕES (Isaías 6.1-8)


 
Um acontecimento histórico é o ponto de partida para uma visão do profeta Isaías.

Ele viu a glória de Deus, o trono de Deus, a majestade de Deus com toda a Sua corte.
 
O que acontece diante da glória de Deus?

A revelação do pecado. Diz-nos João em 1.4-5 que quando brilha a luz as trevas desaparecem. O pecado é mostrado quando Deus entra em cena na vida do homem. Ai de mim... estou perdido - isto é convicção de pecado, de iniquidade.
Porém Deus tinha um plano para Isaías e regenerou-o.
 
Agora Isaías está limpo, perdoado, sem iniquidade. O que Deus pode solicitar de uma pessoa cujas faltas foram perdoadas? O que Deus pode fazer a uma pessoa que encontrou a salvação? Apenas convocar. Para tanto, o cristão deve consagrar-se, revestir-se de luz, encher-se do Espírito Santo.
 
Deus convoca. O homem consagrado atende. Deus clama (v.8), o crente ouve. E não se omite. Consciente, voluntária e incondicionalmente o cristão cumpre a gloriosa missão: pregar a mensagem - a terrível mensagem!!
 
No ano da morte do rei Uzias, Isaías viu. No ano de 2013 muitos estão vendo. E SE OMITEM!! Crentes que têm suas faltas perdoadas, iniquidades purificadas, privilégio de entregar a mensagem. E SE OMITEM!! Omitem-se na oração. Omitem-se na consagração. Omitem-se na contribuição.
 
Deus convocou Isaías para o Seu serviço. Deus está convocando cada um de nós.
 
Deus conta conosco e espera que digamos:

 
EIS-ME AQUI, SENHOR, ENVIA-ME A MIM!!

 

segunda-feira, 29 de julho de 2013

O DESAFIO DE SER PASTOR NOS DIAS DE HOJE

Ser pastor, em qualquer tempo, sempre foi um desafio se considerarmos desde Noé, chamado por Deus, para conduzir, por cerca de um ano toda a sua família e muitos animais. Por outro lado pensemos em Abraão, também chamado por Deus para, a partir dele, formar uma nação com bases sólidas e seguras. Daí chegamos ao pastor Moisés, chamado por Deus, para guiar durante 40 anos por um deserto um povo rebelde. Da mesma maneira – chamado por Deus – não podemos nos esquecer de Samuel, e de todos os seus desafios.
Enfim, ser pastor foi, é, e sempre será um desafio.
Há 37 anos, quando fui chamado por Deus para o ministério da palavra, os desafios eram na minha visão: (a) trabalhar com um povo de pouca ou nenhuma instrução; (b) muitas mulheres eram impedidas de ir à igreja por seus maridos incrédulos; e (c) jovens que paravam de estudar para trabalhar e ajudar os pais na manutenção da casa.
 
Nos dias de hoje – ainda estou pastoreando – noto que os desafios são bem maiores, pois com o desenvolvimento da tecnologia (internet, celulares, etc.), o conhecimento aumentou sensivelmente e, consequentemente, o desafio do pastor é estar bem atualizado, já que são muitas as questões em busca de respostas mais profundas e bem definidas. Evidentemente, a igreja hoje está mais presente na sociedade, o que exige do pastor uma diversificação de atividades, obrigando-o a se envolver muito mais, tanto teologicamente quanto tecnologicamente e socialmente.
Numa sociedade relativista centrada com a quantidade e se esquecendo da qualidade e da essência do amor que deve ser empregado a cada uma das ovelhas, sem distinção de hierarquia, mas tão somente na preocupação com as almas, sou pastor que nos dias de hoje ainda se preocupa em buscar uma ovelha trazendo-a para o aprisco, sem desprezar as outras noventa e nove.
Mas de uma coisa não podemos duvidar: todo pastor, chamado por Deus, seja ontem, seja hoje, seja sempre está na mão direita de Deus, independentemente dos desafios (Apocalipse 1.20).

quarta-feira, 24 de abril de 2013

PENA DE MORTE

Certa vez me perguntaram o que eu pensava sobre pena de morte.

Eis o que penso:

É uma pena alguém ter uma vida indigna de tal maneira que leve outras pessoas a pensarem em pena de morte.

Ess vida é, para mim, uma pena de vida. Para nada mais serve senão para exterminá-la com a pena de morte.

Entretanto, essa mesma vida indigna - que leva outras pessoas a pensarem em pena de morte - pode tornar-se digna exatamente quando nela passa a reinar a Vida Digna que também levou outras pessoas a pensarem em pena de morte.

E a morte da Vida Digna deu à pena de vida e à pena de morte a esperança de se tornar uma vida que vale a pena.

E agora, vivendo plenamente a Vida Digna, até a pena de morte vale a pena.

Com certeza!
 

segunda-feira, 15 de abril de 2013

E.B.D.


Estas três letras tem uma consideração altíssima nas igrejas evangélicas. Algumas ostentam placas na entrada no templo com o horário dos serviços religiosos e destacam:

E.B.D. – Escola Bíblica Dominical
Domingo – 09:00 horas

Acho muito engraçado porque se a escola é dominical, só pode acontecer aos domingos, é claro! O certo é que a EBD é 100% dominical. Nunca às segundas-feiras e muito menos nos demais dias da semana. Ela é dominical e pronto!

Agora resta saber se ela é realmente uma escola. E, se for escola, é bíblica? Se for uma escola, são previstas classes com professores preparados e, se for bíblica, necessariamente a Bíblia deverá ser o livro texto. Além disso, haverá um currículo que começará com os pequeninos, passando pelos juniores, adolescentes, jovens, adultos e terminando com os idosos. As classes, como uma escola evidentemente, deverão ser submetidas a avaliações periódicas e os aprovados passarão para uma classe seguinte para o seu crescimento até atingir o último nível, quando estará formado, fazendo parte então de um grupo específico de alto nível.

Mas, para que estas coisas aconteçam, a EBD só aos domingos não será suficiente. Daí, creio que deveremos pensar numa estrutura capaz de dar à escola uma relevância tal que todos os membros possam participar de uma verdadeira EBD semanal.

Alguém deve estar pensando: Escola Bíblica Dominical semanal? Sim, de segunda a sexta em horários devidamente planejados. Essa não será uma escola dominical; será uma escola semanal com o intuito de fazer de cada membro um expert na Palavra de Deus, um verdadeiro discípulo de Jesus Cristo e um evangelista em potencial.

E a E.B.D consequentemente, nunca mais será chamada de Escola Bíblica Dominical.

Será Escola Bíblica Discipuladora.

Para a glória de Deus!

domingo, 24 de março de 2013

NATUREZAS MUDADAS IV

Preâmbulo

Para quem ainda não leu, creio que ajudaria muito dar uma olhada nas mensagens "Naturezas Mudadas", "Naturezas Mudadas II" e "Naturezas Mudadas III".

Em "Naturezas Mudadas" encerro com as perguntas: "Desejaria esse homem mudar a sua natureza? Permitiria que Deus transformasse a sua vida, apenas obedecendo a vontade divina?"

Semelhantemente, em "Naturezas Mudadas II" deixo um desafio: "O que você precisa mudar em sua natureza para que comecem a acontecer os milagres que você tanto aguarda?".

Em "Naturezas Mudadas III", deixo outro desafio: "Quem se arrisca a dizer que é o trigo? Quem, corajosamente, se propõe a dizer: "eu sou o joio!"? Estariam os servos da parábola se autodenominando "trigo", ao se apresentarem voluntariamente para arrancar o joio? Será que existe gente assim - bons matadores? O que o joio estaria pensando ao se ver execrado pelo trigo cujo desejo o levava à iminente destruição do joio?"

Encerrando o preâmbulo, faço-lhe um convite: leia Mateus 26.57-68 e 27.11-56; Marcos 14.53-65 e 15.1-41; Lucas 22.63-71 e 23.1-49 e João 18.12-40 e 19.1-37.

O que lemos nestes textos? A insistência de pretensos trigos para transformar o Mestre - Pão da Vida - em joio, usando, para alcançar essa finalidade, todos os recursos possíveis: intriga, falsidade, perjúrio, maledicência, mentira, religião, inveja e outros mais, apoiando-se em seus efêmeros poderes (sacerdotes, tribuno, governador) e força bruta (soldados e povo).


O que vemos agora? Três homens crucificados!

No meio estava Jesus, o Santo, o Justo, o Caminho, a Verdade, a Vida, a Luz; Maravilhoso, Conselheiro, Deus-Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz; o Servo, a Raiz de Davi, o Leão de Judá, o Rei dos reis! Ele se fez joio por nós, a fim de nos tornar trigos, se assim o quiséssemos.

Um ladrão ao seu lado direito e outro do lado esquerdo. Ambos malfeitores, joios no julgamento dos pretensos trigos.

Enquanto um dos ladrões, assumindo a sua categoria de joio, diante da iminente morte zombava de Jesus Cristo o outro, na mesma condição do primeiro, ao invés de zombaria, repreende o zombador: "Tu nem ainda temes a Deus, estando na mesma condenação?". Em seguida confessa: "Nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o que os nossos feitos mereciam; mas este nenhum mal fez."

Dois joios. Um, réu zombador; o outro, réu confesso.

Então o réu confesso faz algo que surpreende o Doador da Vida! Ele olha para Jesus e faz o que seria o seu último pedido aqui na Terra: "Senhor, lembra-te de mim quando entrares no teu reino!".

Pense comigo: diante daquele pedido, todo o mundo espiritual parou, silenciou: os querubins, os serafins, os arcanjos, os anjos de uma maneira geral silenciaram; o reino das trevas silenciou para ouvirem, atentos, a resposta do Senhor.

E um homem, apenas um homem, naquele momento, teve a resposta que qualquer outro homem poderá ter, se assim o desejar: "hoje mesmo estarás comigo no Paraíso!".

Ele pediu uma lembrança. Jesus deu-lhe o Paraíso!

E o joio se transformou em trigo!!

ALELUIAS!! GLÓRIAS A DEUS!!

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

SEGURA MINHA MÃO, JESUS!

Por favor, leia a Palavra de Deus em Mateus 14.22-31.

O que vemos aqui neste texto é um momento bem difícil que os discípulos de Cristo passaram. Após a multiplicação dos pães e dos peixes, os discípulos de Cristo atravessavam de barco o mar da Galiléia, quando sobreveio uma forte tempestade e eles ficaram bastante atemorizados e assustados.

Entretanto, Deus, que está sempre perto de seus filhos que padecem as tempestades e os revezes da vida, enviou o Senhor Jesus, que foi ao encontro daqueles apavorados homens, dizendo: "Tende bom ânimo, sou eu, não temais!". Pedro então disse: "Se és tu mesmo o Senhor, manda-me ir ter contigo por cima das águas". E Jesus lhe disse: "Então vem!". Pedro o seguiu, mas logo que começou a vacilar e afundar, gritou: "Cristo, Cristo, estou afundando, vem salvar-me, Senhor!". E o Mestre rapidamente segurou Pedro e com muito amor em seu coração calmamente lhe falou: "Por que você duvidou, homem de pouca fé? Vamos, levante-se, firma o seu pé, porque aquele que crê e é salvo pela graça, faz cessar a ventania e a tempestade passa." Jesus lhe estendeu a mão. Jesus o segurou. Jesus salvou Pedro de morrer na tumultuada tempestade do mar da Galiléia.

De forma semelhante, hoje também estamos no barco da vida. Quantas vezes atravessamos mares tempestuosos que, pela braveza de suas águas, parecem que vão nos submegir?

Quantas vezes enfrentamos dificuldades que parecem não ter fim e ficamos desesperados, nervosos e angustiados? Sofremos de insegurança porque olhamos ao nosso redor e, aparentemente, não vemos solução; pensamos que tudo em nossa vida vai naufragar e morreremos afogados pelas águas destes mares tenebrosos. São os naufrágios matrimoniais, os desastres financeiros, os sofrimentos morais, as enfermidades prolongadas e algumas terminais, os ressentimentos, mágoas e rancores longamente alimentados e as depressões que prejudicam o corpo e a alma.

Todas estas coisas são tempestades violentas que vem sobre o ser humano, a fim de destruir-lhe o que tem de mais valioso - a fé em si mesmo e a fé em Deus - inundando e arrasando muitos lares levando-os a entrar em profundos atritos.

São as tempestades que conduzem maridos e esposas ao desajustamento conjugal e que fazem pais se revoltarem contra os seus filhos revoltados.

Disse-me certo promotor público que mais da metade dos casos que vão parar em nossas cortes familares e criminais têm origem em situações que aparecem durante as tempestades da vida: brigas domésticas, observações ofensivas, palavras humilhantes, depreciativas, gestos grosseiros - eis aí as coisas que aparecem durante as tempestades da vida e que são traduzidas pelas agressões físicas, suicídios e assassinatos, enfim.

Quantas pessoas neste momento estão passando por essas tempestades! Mas Deus, que sabe de todas as coisas, enviou Jesus para vir em auxílio daqueles que sofrem a fim de que haja vitórias reais e amor em família. Confie em Jesus!

Veja que belíssima poesia:

Ó Mestre! O mar se revolta, as ondas nos dão pavor,
O céu se reveste de trevas, não temos um salvador!
Não se te dá que morramos? Podes assim dormir?
Se a cada momento nos vemos, sim, prestes a submergir?

Mestre, na minha tristeza estou quase a sucumbir
A dor que perturba minha'alma eu peço-te vem banir!
De ondas do mal que me encobrem, quem me fará sair?
Pereço sem ti, ó meu Mestre, vem logo, vem me acudir!

Mestre chegou a bonança, em paz eis o céu e o mar
O meu coração goza calma, que não poderá findar.
Fica comigo, ó meu Mestre, dono da terra e céu
E assim chegarei bem seguro ao porto destino meu.

Neste momento você pode falar em alto e bom som, da  mesma forma como falou o poeta bíblico: "APRESSA-TE EM MEU AUXÍLIO, SENHOR, MINHA SALVAÇÃO!"

E você ouvirá a voz do Senhor lhe dizer: "AQUIETAI-VOS E SABEI QUE EU SOU DEUS. ENTREGA TEU CAMINHO AO SENHOR, CONFIA NELE E O MAIS ELE TUDO FARÁ.

Levante a sua mão neste momento e diga comigo: "SEGURA MINHA MÃO, JESUS!"

Louvado seja Deus! Amém!

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

NATUREZAS MUDADAS III

 O Trigo e o Joio


O Trigo
Fico fascinado com esta parábola.

Tem duas partes: a primeira em Mateus capítulo 13 versículos 24-30 e a segunda parte nos versículos 36-40. Separando essas duas partes há outras duas parábolas nas quais Jesus compara o reino dos céus ao grão de mostarda e ao fermento. Desafio o querido leitor a ler todo o capítulo 13.


O Joio
Fico fascinado com a parábola do trigo e do joio pelo fato de Jesus explicar o fim de um e do outro. O joio são os filhos do maligno, cuja semente foi semeada pelo inimigo - o diabo. Comparado a tudo o que causa escândalo e aos que cometem iniquidade, o joio será colhido e queimado ao ser lançado na fornalha de fogo, onde ali haverá pranto e ranger de dentes. Diferentemente, o trigo, ou a boa semente, os filhos do reino,  semeada pelo Filho do homem, compara-se aos justos que resplandecerão como o sol no reino do Pai.

Fico fascinado ao descobrir que o objetivo da parábola não é simplesmente ensinar o fim dos bons e dos maus. Creio firmemente que há algo mais profundo. Creio que o coração do homem - o mundo - seja o campo onde é semeada a boa semente, mas durante a noite vem o inimigo e semeia a má semente. Ambas devem crescer juntas e jamais tentarmos arrancar qualquer uma delas, pois há grande risco da destruição humana.

Quem se arrisca a dizer que é o trigo? Quem, corajosamente, se propõe a dizer: "eu sou o joio!"? Estariam os servos da parábola se autodenominando "trigo", ao se apresentarem voluntariamente para arrancar o joio? Será que existe gente assim - bons matadores? O que o joio estaria pensando ao se ver execrado pelo trigo cujo desejo o levava à iminente destruição do joio?

Fico feliz quando vejo joio se esforçando para virar trigo...

Fico triste porque vejo muito trigo virando joio...

sábado, 22 de setembro de 2012

NATUREZAS MUDADAS II

 Vamos até Caná da Galiléia, onde acontece um casamento com muitos convidados. Jesus também estava lá com os seus discípulos. Era grande a movimentação de pessoas, havia muita comida, mas parece que não tanta bebida, pois em determinado momento alguém reclama que o vinho tinha acabado. Então Jesus entra em cena. Certamente ele não estava ali como um simples convidado; havia um objetivo com sua presença naquele casamento, bem como em outros locais onde ele esteve durante sua permanência entre os homens (Cafarnaum, Galiléia, Gadara, Betesda, Tiro, Magdala, Siloé, Jerusalém, Samaria, Betânia, Jericó, Monte das Oliveiras, Gólgota). Ele pede aos garçons para encherem seis talhas com água que no total dariam cerca de 500 litros e, após totalmente cheias, fossem levadas ao mestre-sala, que ao provar, viu que não era água. Era o melhor vinho que jamais havia experimentado!

Todos os convidados, os garçons, o mestre-sala, os recém casados e até muitos cristãos desde então tem pensado exatamente isso: o grande milagre da transformação da água em vinho. Mas não creio que seja tão somente isto que tenha acontecido naquele dia, quando Jesus Cristo iniciava o seu ministério. Há algo muito mais importante do que a água virar vinho.

Pensemos pois: a água é uma substância mineral e o vinho é uma substância vegetal. Entendemos então que Jesus transformou um mineral em vegetal! Jesus mudou a natureza da água! Este é o grande e verdadeiro milagre!

Compreendamos o ensinamento de Jesus no dia daquele casamento em Caná da Galiléia: a mudança da natureza é base para o acontecimento do milagre. Hoje, entretanto, fala-se de milagres sem mudança de natureza.

Recomendo que acessem http://www.slideshare.net/arminis/cura-real-12129870 para descobrirem, definitivamente, que para haver milagres, primeiramente é necessário que haja mudança de natureza.

O que você precisa mudar em sua natureza para que comecem a acontecer os milagres que você tanto aguarda?

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